Composição em 26/10/2001
Texto do poeta Cancioneiro da Lua
Quisera eu fosse um poeta
Quisera eu fosse um cantor
Quisera eu cantar aqui
A melodia sublime do amor
Se eu fosse um poeta
Cantor ou compositor
Faria uma canção seleta
Com melodia sublime
Da plenitude do amor
Uma canção que ilumine
Todos os corações
Que una os povos e nações
Que se amem e revele com fervor
A pureza da essência do amor
Uma canção que encerre
Uma canção que acalente
Os corações em desencanto
Que se ouça em todos os lares
A beleza do jardim em flor
Uma canção que revele
Na expressão facial e verbal
Do que disse um HOMEN
Doravante neste mundo
Não haverá mais fome
Uma canção com melodia divina
Que ilumine toda a terra
Nos labirintos e recantos
Sobre as montanhas e serras
Onde nações vivem em guerras
Canto a canção do amor novo
Quero ver crianças e anciãos a sorrir
Vejo novo amanhã um novo povo
Novos horizontes novo porvir
E muito feliz estou e canto aqui
Autor: Moacir Cardoso da Silveira
Direitos autorais reservados
Neste blog vou publicar primcipalmente as poesias que fiz para a lua e textos diversos.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
A lua brilha mais que o sol
Composição em 10/09/2008
Letra e musica do poeta Cancioneiro da Lua
Lua, Lua!
Que se perde no horizonte
Porque te escondes atrás dos montes
Se é lindo o entardecer
Lua não existe ontem.
E haverá só às manhãs
Bem pertinho de você
Lua, Lua!
Olhando a tua face
Neste instante eu vejo
Um tênue empalidecer
Lua eu não posso te esquecer.
Serei o porto seguro
Que vai te receber
Lua, Lua!
Não olvida o meu canto
Não faça cair meu pranto
E não me deixe aqui tão só
Lua você tem o meu amor.
E brilharás mais que o sol
Depois que o dia se for
Lua, Lua!
Não és uma flor singela
No jardim és a mais bela
E não me deixe aqui tão só
Lua tu és linda e sincera.
E brilharás mais que o sol
Nas manhãs de primavera
Autor: Moacir Cardoso da Silveira
Todos os direitos reservados.
Letra e musica do poeta Cancioneiro da Lua
Lua, Lua!
Que se perde no horizonte
Porque te escondes atrás dos montes
Se é lindo o entardecer
Lua não existe ontem.
E haverá só às manhãs
Bem pertinho de você
Lua, Lua!
Olhando a tua face
Neste instante eu vejo
Um tênue empalidecer
Lua eu não posso te esquecer.
Serei o porto seguro
Que vai te receber
Lua, Lua!
Não olvida o meu canto
Não faça cair meu pranto
E não me deixe aqui tão só
Lua você tem o meu amor.
E brilharás mais que o sol
Depois que o dia se for
Lua, Lua!
Não és uma flor singela
No jardim és a mais bela
E não me deixe aqui tão só
Lua tu és linda e sincera.
E brilharás mais que o sol
Nas manhãs de primavera
Autor: Moacir Cardoso da Silveira
Todos os direitos reservados.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Denuncia 02
Composição em 08/10/2008
Texto do poeta Cancioneiro da Lua
Sou cantor do universo
Canto em todos os espaços
Nem todos me entendem sei
O conteúdo dos versos que faço
Hoje canto na terra
Para que todos possam ouvir
As irregularidades deste sistema
Ajudem-me a corrigir
Vejo colunas fendidas
Prestes a sucumbir
Sou engenheiro do universo
Ajudem-me a reconstruir
Estou engenheiro na terra
Grito alto para todos ouvir
As irregularidades deste sistema
Ajudem-me a corrigir
Sou ambientalista do universo
Eis o que vejo aqui
Rios e lagos de águas cristalinas
Prestes a sucumbir
Estou ambientalista na terra
Grito para que possam ouvir
As irregularidades deste sistema
Ajudem-me a corrigir
Navego em ondas mansas no oceano
Sempre ouço alguém gritar
Nas águas grande mancha de sangue
Mataram a baleia jubarte
Estou ambientalista na terra
Grito para que possam ouvir
As irregularidades deste sistema
Ajudem-me a corrigir
Mas devo reconhecer
E não posso me confundir
Muita coisa já foi feito
Pelos ambientalistas daqui
Vamos regularizar
O que falta para adequar
Então gritaremos em unis som
Viva a baleia jubarte
Autor: Moacir Cardoso da Silveira
Todos os direitos eservados
Texto do poeta Cancioneiro da Lua
Sou cantor do universo
Canto em todos os espaços
Nem todos me entendem sei
O conteúdo dos versos que faço
Hoje canto na terra
Para que todos possam ouvir
As irregularidades deste sistema
Ajudem-me a corrigir
Vejo colunas fendidas
Prestes a sucumbir
Sou engenheiro do universo
Ajudem-me a reconstruir
Estou engenheiro na terra
Grito alto para todos ouvir
As irregularidades deste sistema
Ajudem-me a corrigir
Sou ambientalista do universo
Eis o que vejo aqui
Rios e lagos de águas cristalinas
Prestes a sucumbir
Estou ambientalista na terra
Grito para que possam ouvir
As irregularidades deste sistema
Ajudem-me a corrigir
Navego em ondas mansas no oceano
Sempre ouço alguém gritar
Nas águas grande mancha de sangue
Mataram a baleia jubarte
Estou ambientalista na terra
Grito para que possam ouvir
As irregularidades deste sistema
Ajudem-me a corrigir
Mas devo reconhecer
E não posso me confundir
Muita coisa já foi feito
Pelos ambientalistas daqui
Vamos regularizar
O que falta para adequar
Então gritaremos em unis som
Viva a baleia jubarte
Autor: Moacir Cardoso da Silveira
Todos os direitos eservados
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Denuncia 01
Composição em 08/10/2008
Texto do poeta Cancioneiro da Lua
Chamo atenção das autoridades mundiais
Para maior fraude econômica e social
Também globalizado a maior fraude contábil
Da historia da humanidade
Sou contabilista do universo
Por isto posso explicar
Estão enrolando os povos
Com ajustes na economia do capital
Correm em busca de papel moeda
Para formar fundo de capital
Para corrigir os desmandos
Ajudem-me a fiscalizar
Estou fiscal na terra
Pronto para trabalhar
Para corrigir os desmandos
Devo aqui me demorar
Sou contabilista do universo
Então eu posso avisar
Baixar ativos e passivos sem lastro
É contabilidade irregular
Estou contabilista na terra
Pronta para trabalhar
Para corrigir os desmandos
Devo aqui me demorar
Recomendo aos governantes
Ordeno o que devem fazer
Cofres cheios de moedas sem lastro
Podem mandar derreter
Estou supervisor de tesouro na terra
Ajudem-me a fiscalizar
Para equacionar os desmandos
Devo aqui me demorar
Se os Juízes dos tribunais da terra não sabem
Perguntem a qualquer cidadão popular
Os mananciais de dólares sem lastros
Moram no paraíso fiscal
Estou supervisor de tesouro na terra
Ajudem-me a fiscalizar
Para corrigir os desmandos
Devo aqui me demorar
Para ter certeza que nos enganam
Ninguém precisa ser astuto
Pois é só manipulação de moedas podres
Não existe falta e sim, excesso de produtos.
Estou supervisor de tesouro na terra
Ajudem-me a fiscalizar
Para corrigir os desmandos
Devo aqui me demorar
Autor: Moacir Cardoso da Silveira
Todos os direitos reservados.
Texto do poeta Cancioneiro da Lua
Chamo atenção das autoridades mundiais
Para maior fraude econômica e social
Também globalizado a maior fraude contábil
Da historia da humanidade
Sou contabilista do universo
Por isto posso explicar
Estão enrolando os povos
Com ajustes na economia do capital
Correm em busca de papel moeda
Para formar fundo de capital
Para corrigir os desmandos
Ajudem-me a fiscalizar
Estou fiscal na terra
Pronto para trabalhar
Para corrigir os desmandos
Devo aqui me demorar
Sou contabilista do universo
Então eu posso avisar
Baixar ativos e passivos sem lastro
É contabilidade irregular
Estou contabilista na terra
Pronta para trabalhar
Para corrigir os desmandos
Devo aqui me demorar
Recomendo aos governantes
Ordeno o que devem fazer
Cofres cheios de moedas sem lastro
Podem mandar derreter
Estou supervisor de tesouro na terra
Ajudem-me a fiscalizar
Para equacionar os desmandos
Devo aqui me demorar
Se os Juízes dos tribunais da terra não sabem
Perguntem a qualquer cidadão popular
Os mananciais de dólares sem lastros
Moram no paraíso fiscal
Estou supervisor de tesouro na terra
Ajudem-me a fiscalizar
Para corrigir os desmandos
Devo aqui me demorar
Para ter certeza que nos enganam
Ninguém precisa ser astuto
Pois é só manipulação de moedas podres
Não existe falta e sim, excesso de produtos.
Estou supervisor de tesouro na terra
Ajudem-me a fiscalizar
Para corrigir os desmandos
Devo aqui me demorar
Autor: Moacir Cardoso da Silveira
Todos os direitos reservados.
O Porrete do PSDB!
O estado de São Paulo, governado pelo Dr. GERALDO ALKMIM do PSDB, tá descendo o porrete, onde tem dois o mais cidadão não bem trajados, eles estão mandando a policia descer o porrete, o cassetete, se necessário a coronhada e o fio da espada;
Em São José dos Campos, município do estado de São Paulo, o prefeito também é do PSDB, foram na comunidade de Pinheirinho daquele município e derriçaram tudo com maquinas e equipamentos pesados, acessem o site:
http://www.portalr3.com.br/2012/01/comunidade-do-pinheirinho-foi-agredida-de-forma-brutal-diz-secretario/
Essa é a maneira democrática do PSDB governar, governar à luz do cassetete, do porrete, da truculência, o então presidente FHC se ocupou em transferir tudo para iniciativa privada, já imaginou se um ALKMIN desses tivesse chegada a presidência na seqüência? Não é bom nem imaginar;
O governador do estado de São Paulo chega ser repugnante quando, com a maior frieza diz que as pessoas lá escorraçadas irão receber um aluguel social até que sejam recolocados, malfeitor sim é esse governador GERALDO ALKMIN, mau caráter é esse governador GERALDO ALKMIN;
Se a comunidade do Pinheirinho esta lá a mais de 08 anos esse governador GERALDO e o JOSÉ SRRA, sempre tentaram os escorraçarem e só agora depois do fato consumado, depois da escorraça consolidada, esse sujeito governador GERALDO ALKMIN perverso e malfeitor vem dizer que os escorraçados receberão aluguéis sociais? Desfaçatez tem limites;
O que esse governador do PSDB está fazendo também com os professores contratados dispensa comentários, está criando todas as condições de deficiências para escolas publicas, para depois justificar as privatizações do ensino em prejuízo das classes menos desfavorecidas;
A mais simples das pessoas terá o discernimento de concluir que em oito anos é tempo mais que suficiente para realocar uma comunidade de aproximadamente 3000 pessoas;
Necessário se faz conceituar os personagens do judiciário: juízes, encubados em vestes pretas, corações roxos, cérebros desprovidos de lucidez, capachos dos legisladores e dos executivos;
Concluindo, o cassetete, a borracha, as pás carregadeiras e as coronhadas é o jeito de governar do PSDB. Quão triste será para os policiais de boas índoles é ter que cumprir tais ordens criminosas.
Silveira.
Em São José dos Campos, município do estado de São Paulo, o prefeito também é do PSDB, foram na comunidade de Pinheirinho daquele município e derriçaram tudo com maquinas e equipamentos pesados, acessem o site:
http://www.portalr3.com.br/2012/01/comunidade-do-pinheirinho-foi-agredida-de-forma-brutal-diz-secretario/
Essa é a maneira democrática do PSDB governar, governar à luz do cassetete, do porrete, da truculência, o então presidente FHC se ocupou em transferir tudo para iniciativa privada, já imaginou se um ALKMIN desses tivesse chegada a presidência na seqüência? Não é bom nem imaginar;
O governador do estado de São Paulo chega ser repugnante quando, com a maior frieza diz que as pessoas lá escorraçadas irão receber um aluguel social até que sejam recolocados, malfeitor sim é esse governador GERALDO ALKMIN, mau caráter é esse governador GERALDO ALKMIN;
Se a comunidade do Pinheirinho esta lá a mais de 08 anos esse governador GERALDO e o JOSÉ SRRA, sempre tentaram os escorraçarem e só agora depois do fato consumado, depois da escorraça consolidada, esse sujeito governador GERALDO ALKMIN perverso e malfeitor vem dizer que os escorraçados receberão aluguéis sociais? Desfaçatez tem limites;
O que esse governador do PSDB está fazendo também com os professores contratados dispensa comentários, está criando todas as condições de deficiências para escolas publicas, para depois justificar as privatizações do ensino em prejuízo das classes menos desfavorecidas;
A mais simples das pessoas terá o discernimento de concluir que em oito anos é tempo mais que suficiente para realocar uma comunidade de aproximadamente 3000 pessoas;
Necessário se faz conceituar os personagens do judiciário: juízes, encubados em vestes pretas, corações roxos, cérebros desprovidos de lucidez, capachos dos legisladores e dos executivos;
Concluindo, o cassetete, a borracha, as pás carregadeiras e as coronhadas é o jeito de governar do PSDB. Quão triste será para os policiais de boas índoles é ter que cumprir tais ordens criminosas.
Silveira.
domingo, 22 de janeiro de 2012
Os rios que correm
Composição em 15/07/2009
Letra e musica do poeta Cancioneiro da Lua
Os rios que correm
No entardecer
Eu a via correr
Pelas margens dos rios
Dos rios que correm
Nos rios a correr
E antes do escurecer
Trazia o perfume das flores
Das flores das margens dos rios
Dos rios a correr
E um dia se foi
Para um lugar distante
E não foi um novo amor
Quem a levou
Foram as margens dos rios
Dos rios que correm
E nas margens dos rios
Sem encanto só o que ficou
Foi o perfume e aromas de flor
Os rios que correm
Nos rios que correm
A natureza se revela
E as águas cristalinas
Nos rios que correm
Trazem saudades dela
Autor: Moacir Cardoso da Silveira
Todos os direitos reservados.
Letra e musica do poeta Cancioneiro da Lua
Os rios que correm
No entardecer
Eu a via correr
Pelas margens dos rios
Dos rios que correm
Nos rios a correr
E antes do escurecer
Trazia o perfume das flores
Das flores das margens dos rios
Dos rios a correr
E um dia se foi
Para um lugar distante
E não foi um novo amor
Quem a levou
Foram as margens dos rios
Dos rios que correm
E nas margens dos rios
Sem encanto só o que ficou
Foi o perfume e aromas de flor
Os rios que correm
Nos rios que correm
A natureza se revela
E as águas cristalinas
Nos rios que correm
Trazem saudades dela
Autor: Moacir Cardoso da Silveira
Todos os direitos reservados.
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